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O mundo reage aos protestos dos iranianos

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Os protestos dos últimos dias no Irão não passaram despercebidos na Comunidade Internacional. O aliado russo diz que, sejam quais forem os problemas, a ingerência nos assuntos internos do Irão é inaceitável.

Opinião diferente tem pelo menos parte da diáspora persa nos Estados Unidos. Querem uma Administração mais ativa em relação a Teerão.

Na rede social Twitter, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saudou o povo iraniano, que diz "ser vítima de repressão" e que vive "com fome, de comida e de liberdade". Disse ainda o presidente dos EUA que era "tempo de mudança."

O grande aliado dos Estados Unidos na região está de acordo. O primeiro-ministro israelita diz que os iranianos procuram paz e justiça.

Bemjamin Netanyahu disse que os iranianos eram "corajosos" e que queriam "liberdades fundamentais" e que, infelizmente, muitos países europeus "observavam em silêncio enquanto jovens iranianos eram espancados nas ruas."

A porta-voz da Alta Representante da União Europeia para a Política Externa, Federica Mogherini, informou que Bruxelas "segue de perto os acontecimentos" e que a Comissao Europeia exige ao Governo Iraniano "garantias de que o direito de manifestacao é salvaguardado".