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Migração: Kurz promete passar das palavras aos atos

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Migração: Kurz promete passar das palavras aos atos

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Como é habitual no início das presidências rotativas da União Europeia, o executivo comunitário deslocou-se à capital do país que assume o comando das discussões no Conselho Europeu. Desta vez foi a Viena, com a Áustria a assumir a política de migração e asilo como uma das grandes prioridades, tentando implementar as decisões da recente cimeira, em Bruxelas.

As mudanças decididas politicamente devem ser implementadas, especialmente, a proteção das fronteiras externas

Sebastian Kurz Chanceler, Áustria

"Durante a nossa presidência tentaremos - em conjunto com todos os Estados-membros e com a Comissão Europeia - concretizar as propostas. As mudanças, decididas politicamente, devem ser implementadas no terreno, especialmente no que diz respeito à proteção das nossas fronteiras externas", disse o chanceler, Sebastian Kurz, sexta-feira, depois de uma reunião com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

Juncker realçou que esse desígnio deve ser acompanhado de maior solidariedade entre os 28 países, mas reconheceu que os meios ainda são insuficientes.

"No momento, temos 1340 oficiais alfandegários que estão a proteger as nossas fronteiras externas. Isso não é algo que se possa classificar de uma frente de reação complexa, fruto de muito empenho", disse.

O enviado da euronews a Viena, Stefan Grobe, acrescenta: "A Comissão Europeia e o governo austríaco parecem estar em sintonia sobre a migração. Jean-Claude Juncker anunciou que apresentará, em setembro, um plano coerente para proteger as fronteiras externas da União Europeia. Um plano que prevê um enorme aumento dos fundos para a Frontex (Agência Europeia de Controlo de Fronteiras), que vai passar de uma organização discreta para uma verdadeira força policial".