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Protestos em Buenos Aires contra o FMI

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Protestos em Buenos Aires contra o FMI

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Aproveitando a presença de Christine Lagarde na cidade, centenas de pessoas manifestaram-se no centro de Buenos Aires contra o governo de Mauricio Macri e contra o acordo assinado com o Fundo Monetário Internacional.

A diretora do FMI participa na reunião do G20, que começou este sábado na capital da Argentina. Os principais pontos da agenda de Lagarde serão acompanhados por protestos, organizado por partidos de esquerda e sindicatos.

Para o deputado Nicolás del Caño, do Partido dos Trabalhadores Socialistas, a primeira parte do acordo com o FMI vai provocar desemprego e a redução do orçamento para a educação, saúde, habitação e para o setor das obras públicas. O deputado considera que o povo vai pagar por uma crise criada pelos capitalistas

Juan Carlos Giordano, líder da Frente de Esquerda dos Trabalhadores, diz que para os manifestantes o Fundo Monetário Internacional é sinónimo de ajustes, demissões, aumento dos impostos e da dívida. Pede o fim do acordo e do pagamento da dívida externa e defende a aplicação do dinheiro nos salários, empregos, saúde e educação.

Este sábado, no primeiro dia de trabalho do G20, a diretora do FMI elogiou o progresso do governo da Argentina nas políticas executadas depois empréstimo.

Lagarde afirmou que a economia do país vai começar a melhorar no início de 2019.