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Em "Linhas de Sangue", o público pode escolher o final

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Em "Linhas de Sangue", o público pode escolher o final

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É um filme como nunca se viu em Portugal: Em Linhas de Sangue, a dupla Sérgio Graciano e Manuel Pureza decidiu apostar no humor mais absurdo. Mesmo se a crítica parece não estar a aderir, isso pouco preocupa os realizadores, para quem o importante era ser fiel à ideia inicial: "É apenas um filme e, desde o início, a nossa ideia foi fazer algo absurdo, inconsequente e irresponsável. O nonsense está no sangue deste filme e é o seu catalizador", explicou Manuel Pureza à euronews.

Na história , um grupo de malfeitores quer dominar Portugal, mas para isso terá de enfrentar alguns heróis improváveis.

A grande novidade deste filme é que é interativo. Em certas sessões, o público pode escolher o final, através de um pequeno dispositivo. Pureza diz que esta experiência permite uma discussão no seio do público, o que tem proporcionado algumas gargalhadas, tal como o próprio filme.

Temos heróis improváveis no ecrã e improváveis são também os duetos que compõem a banda sonora. Um inédito dos Xutos e Pontapés com Carlão, "Duelo ao Sol", é uma das canções compostas para o filme.

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