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Sombra do 'doping' continua a pairar sobre a Team Sky

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Sombra do 'doping' continua a pairar sobre a Team Sky

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A vitória de Geraint Thomas na Volta à França voltou a levantar questões sobre o domínio desta competição desde 2012 pela formação britânica.

No entanto, apesar de cultivar uma imagem pública exemplar, o fantasma do 'doping' continua a pairar sobre a reputação da equipa.

Basta recordar que o campeão britânico Chris Froome foi declarado inocente de acusações de 'doping' apenas 4 dias antes do início da última edição do Tour.

No ano passado, por ocasião da Volta a Espanha, um controlo anti-doping havia acusado níveis elevados de salbutamol em Froome. O caso, contudo, demorou meses a resolver alimentando a especulação sobre a possibilidade de 'doping'.

O caso levou mesmo o governo britânico a ordenar um inquérito sobre esta questão.
O relatório acabaria por revelar abusos na forma como a equipa faria uso das autorizações para utilização terapêutica, não para tratar de problemas médicos dos ciclistas mas sim para melhorar a sua performance.

O caso levou mesmo em março do ano passado o diretor da equipa Dave Brailsford a prestar esclarecimentos perante um comité de deputados britânicos.

Este processo foi o culminar de uma sequência de alegações derivadas da publicação online de uma lista com todas as autorizações para utilização terapêutica relativas a Bradley Wiggins e Chris Froome publicada em 2016 pelo grupo russo de hackers, Fancy Bears.

No centro da prática estaria o Dr. Mario Zorzoli, médico da União Ciclista Internacional, que teria emitido autorizações para Bradley Wiggins e Chris Froome em 2014. Desde então Zorzoli foi suspenso do cargo que ocupava.

Zorzoli contudo não foi o único. O antigo médico da equipa Sky, Geert Leinders, foi igualmente implicado no decurso das investigações.