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Proteção Civil portuguesa considera fogo “globalmente estabilizado”

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Proteção Civil portuguesa considera fogo “globalmente estabilizado”

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A Proteção Civil atualizou para 39 o número de feridos ligeiros resultantes do incêndio de Monchique, no Algarve, dos quais 21 são bombeiros, registando-se ainda um ferido grave.

A Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) revelou que começou a ser preparado a regresso a casa das 299 pessoas deslocadas das suas habitações dos concelhos de Monchique, Portimão e de Silves.

De acordo com a ANPC, no concelho de Silves, a zona de apoio à população já foi desativada, em Portimão está em processo de desmontagem, e neste último caso a maioria das pessoas são oriundas do concelho de Monchique.

O incêndio rural, combatido por mais de mil operacionais, deflagrou na sexta-feira passada à tarde em Monchique, no distrito de Faro, e alastrou também ao concelho vizinho de Silves, depois de ter afetado, com menor impacto, os municípios de Portimão (no mesmo distrito) e de Odemira (distrito de Beja).

Num balanço feito pelas 20:00 de quinta-feira, a Proteção Civil considerou o fogo “globalmente estabilizado”.

De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais, as chamas já consumiram cerca de 27 mil hectares.

Em 2003, um grande incêndio destruiu cerca de 41 mil hectares nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

Na terça-feira, ao quinto dia de incêndio, as operações passaram a ter coordenação nacional, na dependência direta do comandante nacional da Proteção Civil, depois de terem estado sob a gestão do comando distrital.