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Presidenciais no Mali marcadas por atos de violência

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Presidenciais no Mali marcadas por atos de violência

Presidenciais no Mali marcadas por atos de violência
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A segunda volta das Presidenciais do Mali ficou marcada pela baixa participação dos eleitores e pelos atos de violência no norte e centro do país.

De acordo com as projeções, a afluência às urnas neste domingo terá sido ainda menor que os 42,7% de há duas semanas.

Na primeira volta, o atual Presidente, Ibrahim Boubacar Keita venceu com mais de 41% dos votos, mas falhou a maioria absoluta e por isso teve de ir a esta segunda votação com Soumaila Cissé, o líder da oposição no país.

Na capital Bamako, a votação decorreu sem incidentes. No norte do país, na região de Tombuctú, as autoridades confirmam o homicídio do presidente de um colégio eleitoral por um homem não identificado.

Em várias localidades, há relatos de roubo ou de incêndios de urnas de voto.

Na primeira volta, cerca de 23 mil boletins foram anulados devidos aos atos de violência. Para esta segunda volta, as autoridades reforçaram o número de efetivos policiais e de militares em todo o país.

Restabelecer a segurança no Mali é aliás um dos maiores desafios do próximo presidente. Além de confrontos étnicos, há grupos terroristas a operar no norte e centro do país.