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EUA prometem nova ajuda militar a Kiev

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De  Euronews
Destruição em Chernihiv, Ucrânia
Destruição em Chernihiv, Ucrânia   -   Direitos de autor  Evgeniy Maloletka/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved   -  

O Exército russo está pronto para lançar um novo assalto no leste e sudeste da Ucrânia, de acordo com o comando das forças ucranianas. As tropas do Kremlin têm, nos últimos dias, reposicionado nessas regiões, depois de Moscovo ter assumido como prioridade a conquista do Donbass.

É neste contexto que o presidente dos Estados Unidos Joe Biden aprovou uma nova ajuda militar de 800 milhões de dólares, que permitirá fornecer à Ucrânia helicópteros, artilharia pesada e meios de transporte blindados.

John Kirby, porta-voz do Pentágono:"Comprometemo-nos desde o início, mesmo antes da invasão, a ajudar a Ucrânia a ter capacidade para se defender. Isto faz parte disso e é representativo do tipo de capacidades que os próprios ucranianos pediram e disseram que necessitavam, quando os combates se focam agora no leste do país."

O presidente ucraniano, que tem multiplicado os apelos a assistência militar por parte do Ocidente, agradeceu a iniciativa norte-americana.

Volodymyr Zelenskyy, presidente da Ucrânia:"Foi debatida e acordada uma nova assistência de defesa para a Ucrânia, de 800 milhões de dólares. Armas, munições, sistemas de artilharia, veículos de transporte blindados e outros equipamentos. Estou muito grato por este apoio. E também concordámos em reforçar as sanções contra a Rússia."

Em visita a Kiev, os presidentes de quatro países geograficamente próximos do conflito - Polónia, Estónia, Lituânia e Letónia - frisaram que a ajuda militar é importante mas não suficiente.

Gitanas Nausèda, presidente da Lituânia:"O futuro da Ucrânia será decidido no campo de batalha. A verdade deve ganhar. A Ucrânia deve ganhar. Para além do apoio militar, devemos providenciar ajuda económica, financeira e humanitária."

Para já, não é conhecida a data da entrega do novo armamento à Ucrânia. Mas esta quarta-feira, a Rússia ameaçou bombardear centros de comando e tomada de decisão em Kiev, acusando a Ucrânia de ataques no seu território.