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Sanchez e Stoltenberg juntos na véspera da cimeira da NATO

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De  Euronews
Pedro Sanchez e Jens Stoltenberg em Madrid
Pedro Sanchez e Jens Stoltenberg em Madrid   -   Direitos de autor  Manu Fernandez/The Associated Press

A cimeira da NATO que esta quarta-feira começa em Madrid pretende, segundo o presidente do governo espanhol, lançar uma mensagem de "unidade de democracias que se reúnem para defender a democracia".

Pretende também acolher a Suécia e a Finlândia, ainda que as negociações estejam difíceis. Pedro Sanchez desejou boa sorte a Jens Stoltenberg.

"Estamos todos pendentes do resultado das conversações que está a realizar o secretário-geral para a incorporação de duas democracias muito importantes no contexto europeu para a Aliança Atlântica: Finlândia e Suécia. Desejamos ao secretário-geral os maiores êxitos".

Evitar o veto da Turquia não será fácil, mas a Aliança tem outras prioridades neste momento, como lembrou Jens Stoltenberg.

"É extremamente importante que estejamos prontos a continuar a prestar apoio porque a Ucrânia enfrenta agora uma brutalidade que não vemos na Europa desde a Segunda Guerra Mundial", disse.

Uma brutalidade que tem vindo a reforçar a Aliança Atlântica e que levou os dois países nórdicos a romperem uma neutralidade histórica e a quererem juntar-se à NATO.

O chefe do governo espanhol recebeu o secretário-geral da NATO, numa visita às instalações onde se realiza a cimeira, no recinto da IFEMA, na capital espanhola.

Na sala onde vão decorrer os encontros informais foram colocados dois quadros de forte simbolismo: "o Abraço" de Juan Genovés, que costuma estar no congresso espanhol e "Um mundo", de Ángeles Santos Torroella, que está normalmente exposto no Museu Rainha Sofia.