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Angola e Moçambique nos tributos africanos à Rainha Isabel II

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De  Euronews
Escultor de areia sul-africano termina homenagem à Rainha Isabel II numa praia de Durban
Escultor de areia sul-africano termina homenagem à Rainha Isabel II numa praia de Durban   -   Direitos de autor  RAJESH JANTILAL/AFP or licensors   -  

As reações à morte de Isabel II chegam também de África, que conta com 21 nações na Commonwealth.

Mensagens de tristeza face à notícia e condolências para a família real e o povo britânico, mas também notas positivas, como a de uma jovem, na Gâmbia, que afirma que não é o momento "para estar triste", mas para celebrar a rainha que "usou a maioria dos seus anos para fazer coisas boas pelo povo", destacando que o seu reinado "foi uma grande vitória para todos, em particular as mulheres."

Vários chefes de Estado africanos também já se pronunciaram, como Filipe Nyusi, presidente de Moçambique, país que faz parte da Commonwealth desde 1995. 

Nyusi enviou "sentidas condolências a [...] Carlos III, à sua família e ao povo e Governo do Reino Unido".

Apesar de não integrar a Commonwealth, Angola já reagiu, com uma mensagem na página Facebook da presidência onde se pode ler: "Este acontecimento fatídico deixa um enorme vazio em todo o mundo".

Na capital da Serra Leoa, o porto Rainha Isabel II é um vestígio da marca da monarca no país.

Um residente de Freetown sublinha que "ela foi um exemplo para o resto do mundo", lembrando aquilo que lhe foi "ensinado nas aulas de história", que "quando ela visitou a Serra Leoa nos anos 60, no rescaldo da independência [...] a visita foi um ponto de viragem na história do país".

Entre as reações oficiais destaca-se também a do presidente do Senegal, Macky Sall, que saudou o "percurso excecional" da Rainha. O homólogo do Benin, Patrice Talon, elogiou "uma figura importante na história política do mundo e da nossa era".