Italianos elegem parlamento que vai ter menos 245 representantes

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De  Teresa Bizarro
Eleições em Itália para as duas câmaras do parlamento, este domingo
Eleições em Itália para as duas câmaras do parlamento, este domingo   -   Direitos de autor  AP Photo/Gregorio Borgia

51 milhões de eleitores italianos vão a votos este domingo. Eleições antecipadas por oito meses, na sequência da demissão de Mário Draghi, em julho passado. As primeiroas eleições ao abrigo da nova lei eleitoral, aprovada em 2017 e viabilizada pela revisão constitucional de 2020. 

A nova lei eleitoral reduziuo número de representantes. De 630 para 400 deputados; de 315 para 200 senadores.

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A redução do número de representantes foi aprovada no referendo constitucional de 2020Euronews

Muda ainda a forma de eleger: 37% são eleitos por círculos uninominais e 63% pelo método proporcional. O sistema é válido para as duas câmaras onde agora existem 16 partidos representados - 8 repartidos por duas coligações.

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A lei eleitoral italiana de 2017 é conhecida por Rosatellum, por causa de Ettore Rosato, o líder do Partido Democrata que primeiro a propôsEuronews

Com menos assentos disponíveis, aumenta a exisgência para garantir representatidvidade. No que toca ao métoodo proporcional, são introduzidas percentagens mínimas de votos para alcançar uma representação parlamentar: 3% no caso dos partidos e 10% para as coligações.

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Aguarda-se o impacto da quota mínima de votosEuronews

Pela primeira vez na história, os jovens a partir dos 18 anos vão poder decidir quem se senta no Senado - até agora a eleição para a câmara alta era feita apenas por cidadãos com mais de 25 anos.

Vale a pena dizer que no caso do voto por método proporcional, 2% é definido pelo eleitorado na diáspora. São 8 deputados e 4 senadores.