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Crise dos combustíveis em França põe governo e sindicatos de costas voltadas

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De  euronews
desde 26 de setembro não saiam camiões dos armazéns da Total em Dunquerque
desde 26 de setembro não saiam camiões dos armazéns da Total em Dunquerque   -   Direitos de autor  Michel Spingler/AP   -  

Crise dos combustíveis em França ainda sem fim à vista. O governo francês avançou para uma segunda requisição civil de trabalhadores em greve. Desta vez para um complexo da Total na Flandres. De Dunquerque sairam esta quinta-feira à tarde os primeiros camiões em duas semanas.

Uma primeira requisição civil tinha já tinha desbloqueado um outro armazém da Esso Exxon Mobile na Normandia.

As decisão do governo é contestada pela principal confederação de sindicatos francesa. A CGT invoca o direito à greve e apela a um alargamento da paralisação a todos os trabalhadores nas empresas públicas e privadas, exigindo salários mais elevados.

Por toda a França, vários depósitos continuam bloqueados. A falta de combustível faz-se sentir no consumidor. Um terço das estações de serviço do país têm falta de um ou mais combustíveis.