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Abertura do Festival de Cannes

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Festival de Cinema de Cannes
Festival de Cinema de Cannes   -   Direitos de autor  Vianney Le Caer/2022 Invision
De  Euronews

Atmosfera de verão na Riviera Francesa no dia de abertura do 75º Festival de Cinema de Cannes.

Mais de 35.000 cinéfilos e profissionais são esperados este ano. Após o cancelamento da edição de 2020 e o adiamento da edição de 2021 para julho devido à Covid-19; 2022 deve marcar o regresso dos norte-americanos.

O enviado da Euronews ao Festival de Cannes, Fred Ponsard, faz uma apresentação de alguns dos momentos altos que vão marcar a edição de 2022 

"O Festival de Cinema de Cannes começa esta noite, depois de duas edições marcadas pela pandemia, enquanto a guerra na Ucrânia ensombra a Europa,

Cannes é sobre glamour e as estrelas, mas é também sobre filmes de todo o mundo que falam sobre o estado do planeta e das pessoas que nele vivem.

Este ano, em competição, há filmes vindos de todos de países de todos continentes.

Da Rússia, o filme Tchaikovsky's Wife, de Kirill Serebrennikov, durante muito tempo em prisão domiciliar no prórpio país, que estará aqui este ano.

Dos Estados Unidos, o último de David Cronenberg, Crimes of the Future, com Kristen Stewart e Léa Seydoux, num futuro arrepiante e monstruoso.

E, claro, a Europa, com uma boa representação de nada menos que 14 filmes vindos, por exemplo, de França, Itália, Espanha, Bélgica, Roménia ou da Suécia...

Uma Palma de Ouro honorária será concedida a Forest Whitaker pela incrível carreira como ator, mas também como produtor engajado, já que ele chega à Croisette com o documentário sobre o Sudão, For the sake of peace.

Outro norte-americano também será homenageado: Tom Cruise, por Top Gun Maverick, vai estar no tapete vermelho amanhã; um encontro aguardado por milhares de fãs.

Por fim, temos Coupez! Final Cut, do realizador francês Michel Hazavanicius, que vai abrir o Festival esta noite. O filme é uma homenagem maluca aos filmes de zombies. Era para se chamar "Z", mas tendo em conta a utilização da letra pelo exército russo, o realizador preferiu mudar o título para evitar qualquer confusão.

Cinema e política nunca estão muito distantes, e essa é também a importância do Festival de Cannes"