NATO realiza exercícios militares no Mar Negro

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De  Euronews
NATO realiza exercícios militares no Mar Negro

<p>Na Crimeia assinala-se o primeiro ano da anexação à Rússia, ao mesmo tempo que a <span class="caps">NATO</span> realiza exercícios militares no Mar Negro, perto da costa romena de Constança. Navios norte-americanos, do Canadá, Turquia, Alemanha, Itália e Roménia simulam ataques aéreos e através de submarinos.</p> <p>O enviado da euronews, Andrei Beketov explica que “os navios de guerra de seis países membros da <span class="caps">NATO</span> estão parados a cerca de 300 quilómetros da Crimeia. Os capitães garantem que não reforçaram os planos depois da Rússia ter aumentado a presença militar na região. De qualquer forma, fica a mensagem de que não vão cancelar os exercícios”.</p> <p>Os aviões militares romenos fazem treino de coordenação com os navios. Estas operações são comandadas a partir do <span class="caps">USS</span> Vicksburg, pelo contra-almirante Brad Williamson. O contra-almirante garante que “é obvio que temos em conta a situação difícil que se vive. Por isso, vir aqui demonstra que os três membros da <span class="caps">NATO</span> que estão no Mar Negro, Turquia, Bulgária e Roménia, são membros de grande valor. São tão importantes que estamos aqui a treinar.”</p> <p>A Rússia tem acusado a <span class="caps">NATO</span> de estar a realizar “jogos de guerra agressivos e já avisou que a presença perto das fronteiras russas pode ter consequências na resolução do conflito na Ucrânia. Na semana passada, o ministro da Defesa de Moscovo garantiu que as forças armadas russas começaram a realizar exercícios militares de larga escala no sul da Rússia e junto às fronteiras, incluíndo na Crimeia.</p> <p>O ponto mais alto aconteceu esta segunda-feira quando um avião russo sobrevoou a baixa altitude a região, um momento captado pela euronews.<br /> Os movimentos da força aérea e marinha russa estão a ser monotorizados por radares e sonars.</p> <p>Recorde-se que a Roménia, antigo aliado da União Soviética, se juntou à <span class="caps">NATO</span> em 2004 e agora é um dos países europeus que vai receber unidades de comando com soldados nacionais e da aliança, prontas a responder a qualquer ação russa.</p>