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Sim, o trabalho pode fazer-nos realmente felizes

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De  Euronews
Sim, o trabalho pode fazer-nos realmente felizes

<p><strong>Ir trabalhar não tem de ser um esforço. Melhor ainda: pode fazer-nos mais felizes e saudáveis. Pelo menos, foi o que o Insiders constatou na Suécia e na Alemanha.</strong></p> <p>Um adulto europeu passa, em média, um terço da vida a trabalhar. Outro terço é passado a dormir e o resto provavelmente a ir e vir do trabalho, a fazer compras, em atividades de lazer… Enfim, é longa a lista das rotinas que podem preencher o quotidiano.</p> <p>Daí a importância da questão: somos realmente felizes no local onde passamos a maior parte do tempo, ou seja, no trabalho? Os estudos comprovam o aumento da produtividade na exata medida do bem-estar no emprego. E isto diz respeito a toda a sociedade. </p> <p>Neste Insiders, vamos até a Gotemburgo, na Suécia, onde algumas empresas e instituições estão a propor horários mais reduzidos – seis horas em vez de oito -, pelo mesmo salário: <a href="http://pt.euronews.com/2016/10/06/trabalhar-6-horas-em-vez-de-8-a-suecia-responde">Trabalhar 6 horas em vez de 8? A Suécia responde</a>. </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="fr"><p lang="en" dir="ltr">Efficiency up, turnover down: Sweden experiments with six-hour working day <a href="http://t.co/ygxj6C06Qz">http://t.co/ygxj6C06Qz</a></p>— Guardian news (@guardiannews) <a href="https://twitter.com/guardiannews/status/644447468420136960">17 septembre 2015</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Depois vamos abordar a flexibilização das rotinas laborais na Alemanha. Possuir ações da empresa que nos emprega; escolher onde e quantas horas se trabalha – são algumas das soluções que encontrámos neste país. Veja <a href="http://pt.euronews.com/2016/10/07/alegria-no-trabalho-a-moda-alema">Alegria no trabalho à moda alemã</a>.</p> <p>A quantidade afeta realmente a qualidade do trabalho? Os países europeus estão suficientemente conscientes da problemática do bem-estar entre os trabalhadores? As empresas estão verdadeiramente preparadas para reduzir as jornadas laborais? O Insiders falou com <a href="http://www.paolofalco.com/">Paolo Falco</a>, economista da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (<span class="caps">OCDE</span>): <em>“A quantidade de trabalho não tem de ser oposta à qualidade”</em>.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="fr"><p lang="en" dir="ltr">Wealth, health, <a href="https://twitter.com/hashtag/happiness?src=hash">#happiness</a>, schools: When it comes to quality of life, what matters most to you? <a href="https://t.co/eYpOweI4OU">https://t.co/eYpOweI4OU</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/betterlife?src=hash">#betterlife</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/OECDwk?src=hash">#OECDwk</a></p>— <span class="caps">OECD</span> (@OECD) <a href="https://twitter.com/OECD/status/741609350700118016">11 juin 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>