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A nova face do terrorismo na Europa

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De  Euronews
A nova face do terrorismo na Europa

<p><strong>Paris, Nice, Bruxelas, Berlim, Estocolmo, Londres – todas estas cidades foram abaladas por atos terroristas no último ano e meio. Falamos de tiroteios, esfaqueamentos, camiões a irromper por avenidas repletas de gente. O terrorismo nas ruas europeias deixou de ser fora do comum. E verificou-se que é praticamente impossível estabelecer o perfil dos atacantes.</strong></p> <p>A questão está longe de se centrar em jovens marginalizados e revoltados ou naqueles que caíram no extremismo há muito tempo. Hoje em dia, os terroristas surgem dos mais variados contextos. Travá-los antes que atuem é, provavelmente, o grande desafio.</p> <p>Há uma coisa em que os especialistas em segurança estão de acordo: as prisões são terreno muito fértil para disseminar o terrorismo. É aí que inúmeros presos se radicalizam e abraçam os ramos mais extremos do Islão. Quando a pena termina, a doutrinação continua do lado de fora. A jornalista Valerie Zabriskie viajou até Londres (ver <em>“É em cima de um ringue que lutam contra o extremismo islâmico”</em>), onde foi ao encontro de Usman Raja, um homem que combate este fenómeno não apenas com palavras, mas <a href="https://www.theunityinitiative.com/">passando à prática de forma particularmente eficaz</a>. </p> <iframe width="640" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/7kJ7ppXq-IY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> <p>A ausência de riscos é coisa que não existe. A França é um país particularmente problemático. As periferias urbanas francesas vivem uma situação de rutura social. Este país regista o número mais elevado na Europa de jihadistas que se alistaram nas fileiras do Estado Islâmico. Sendo a França um país democrático, não é possível vigiar todo e qualquer cidadão, fora do estado de emergência. Há quem tenha decidido enfrentar a ameaça terrorista <a href="http://www.ladepeche.fr/article/2016/07/20/2387928-reserve-toulouse-veut-s-engager.html">fazendo um treino militar</a>. Veja a reportagem da autoria de Valérie Gauriat intitulada <em>“Os franceses que se treinam para enfrentar o terrorismo”.</em></p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="fr" dir="ltr">Nouveau schéma de formation initiale du <a href="https://twitter.com/hashtag/r%C3%A9serviste?src=hash">#réserviste</a> opérationnel <a href="https://twitter.com/Gendarmerie"><code>Gendarmerie</a> <a href="https://t.co/VboMw6zWV4">pic.twitter.com/VboMw6zWV4</a></p>&mdash; Réserve Gendarmerie (</code>ReserveGie) <a href="https://twitter.com/ReserveGie/status/850273522869952512">7 de abril de 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Por último, a jornalista Sophie Claudet falou sobre a ameaça do terrorismo na Europa com Louis Caprioli, o <a href="http://www.cnewsmatin.fr/france/2015-11-14/louis-caprioli-ex-patron-de-la-dst-nous-sommes-en-guerre-715802">antigo responsável da <span class="caps">DST</span></a>, a Direção de Vigilância do Território francesa (ver <em>“A radicalização remonta aos anos 90”</em> e <em>“É preciso viver com a ameaça terrorista”</em>).</p>