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Trump diz que "não é justo" que países devam dinheiro à NATO

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De  Isabel Marques da Silva  com Reuters
Trump diz que "não é justo" que países devam dinheiro à NATO

<p>Foi com pompa e circunstância que os líderes da <span class="caps">NATO</span> inauguraram a nova sede da organização, em Bruxelas. Mas, pouco depois, o Presidente dos Estados Unidos fez questão de criticar abertamente os países que não respeitam os compromissos financeiros que têm com a Aliança.</p> <p>Antes da abertura dos trabalhos da cimeira, Donald Trump disse que “23 dos 28 países-membros ainda não contribuem com as verbas que deveriam contribuir por forma a pagarem pela sua defesa e isso não é justo para a população, para os contribuintes dos <span class="caps">EUA</span>”. </p> <p>“Se todos os membros da <span class="caps">NATO</span> tivessem gasto 2% do <span class="caps">PIB</span> em defesa, no ano passado, teríamos 119 mil milhões de dólares adicionais para gastar na nossa defesa coletiva e para o financiamento de reservas adicionais da <span class="caps">NATO</span>”, acrescentou o Presidente norte-americano.</p> <p>Os países europeus que não cumprem a meta, incluindo Portugal, vão explicar como pretendem aumentar esse esforço. </p> <p>Por outro lado, a <span class="caps">NATO</span> vai colaborar mais na luta contra o terrorismo.</p> <p>“A <span class="caps">NATO</span> vai agora aderir formalmente à coligação contra o Daesh, depois de todos os países-membros estarem de acordo com isso, bem como a União Europeia. Penso que este é um sinal forte, mas deve ficar claro que tal não implica qualquer outro tipo de contribuição da Alemanha para além do que foi decidido fazer agora”, confirmou a chanceler alemã, Angela Merkel.</p> <p>Os aliados europeus não querem enviar soldados para combater o Daesh no Médio Oriente e vão colaborar, sobretudo, ao nível do treino militar, partilha de informações secretas e aumento da capacidade logística.</p> <p>Donald Trump disse que ataques como o ocorrido, esta semana, na cidade britânica de Manchester, vão repetir-se se não for feito mais para travar os jihadistas.</p>