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UE vai endurecer sanções contra Myanmar

UE vai endurecer sanções contra Myanmar
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Apesar da hostilidade da União Europeia, Myanmar – antiga Birmânia – foi esta quinta-feira aceite no seio do Fórum Asem – exactamente na véspera da cimeira Ásia-Europa que decorre sexta-feira e sábado, em Hanói, no Vietname. A presidência holandesa da União já fez saber que vai endurecer as sanções contra Rangun, uma retaliação pelas constantes violações dos direitos do homem em Myanmar.

No mês passado, os Vinte e Cinco tinham pedido à junta militar, no poder, garantias em matéria de democracia – a começar pela libertação de Aung San Suu Kyi. A prémio Nobel da Paz passou grande parte dos últimos 15 anos em prisão domiciliária. A data-limite estabelecida por Bruxelas era a cimeira desta semana. Até agora, as exigências não foram satisfeitas. O reforço das sanções deve ser formalmente anunciado na segunda-feira, aquando do conselho dos ministros europeus dos Negócios Estrangeiros. Entre elas contam-se o aumento do número de birmaneses proibidos de entrar no território da União – uma medida que atinge sobretudo os membros da junta militar – restrições ao investimento de empresas europeias no país ou o voto sistematicamente contra qualquer tipo de empréstimo internacional a Myanmar. A ASEM reúne 38 países da Europa e da Ásia e visa promover as relações económicas entre os dois continentes.
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