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As eleições legislativas no Kosovo estão rodeadas de expectativa.

As eleições legislativas no Kosovo estão rodeadas de expectativa.
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É o segundo sufrágio dos últimos cinco anos. Em 1999, a zona passou a estar sob administração da ONU, num regime de protectorado internacional.

O novo governo eleito terá como uma das principais tarefas negociar com as Nações Unidas a questão da independência. Das duas uma: ou é concedida a independência do território, como querem os dirigentes internacionais, ou então o Kosovo passa a ser parte integrante da Sérvia. Quase um milhão e meio de eleitores da província, que tem uma área idêntica à da Bélgica, é chamado a ir às urnas e eleger 120 lugares no parlamento local. Cerca de 90 por cento da população da região é albanesa de religião muçulmana. Mais de 12 mil observadores, na maioria internacionais, fiscalizam o sufrágio. As últimas sondagens prevêem a manutenção da situação política actual. Apesar de o antigo líder separatista, do Exército de Libertação do Kosovo,Hachim Thaci ter um apoio razoável, o certo é que deve ser Ibrahim Rugova, da Liga Democrática do Kosovo, a manter a maioria parlamentar. Mas é a questão da independência do Kosovo de território sérvio que ameaçainflamar as divisões entre albaneses e a minoria sérvia. Para os sérvios, a região kosovar é considerada como o “berço da nacionalidade”. Em Belgrado, o próprio governo apelou ao boicote do sufrágio. Em Março, actos de violência contra a minoria sérvia e as forças da NATO resultaram na morte de 19 pessoas.
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