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Palestinianos preparam-se para o último adeus a Arafat

Palestinianos preparam-se para o último adeus a Arafat
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Os palestinianos mostram como podem e sabem o apoio, a solidariedade e a admiração ao líder que os deixou, ao fim de 40 anos de luta por um Estado independente. As palavras de ordem de manifestações, como a realizada nas imediações da Muqata, resumem-se ao nome “Yasser Arafat” ou então ao nome de guerra “Abou Ammar”.

Em Jerusalém multiplicam-se as vigílias e as orações ao presidente palestiniano, que será enterrado na última sexta-feira do Ramadão. As manifestações foram relativamente pacíficas, à excepção dos incidentes com a polícia junto à Porta Damasco, uma das entradas da Cidade Velha de Jerusalém, ou seja, na parte oriental anexada por Israel desde a Guerra dos Seis Dias em 1967. A violência foi precedida pela oração de final da tarde na mesquita de al-Aqsa. Também em Gaza os palestinianos choram o desaparecimento do líder. Nesta região concentram-se as Brigadas dos Mártires de al-Aqsa ligadas ao Fatah, o partido de Arafat. O grupo anunciou uma mudança de designação. A partir de agora passa a chamar-se Brigadas dos Mártires de Yasser Arafat. Foi decretado luto de 40 dias em toda a Palestina. As lojas vão estar encerradas durante três dias. Os serviços administrativos páram durante uma semana. O Egipto e a Jordânia também decretaram luto oficial.