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Barroso enfrenta segunda crise no primeiro dia em funções

Barroso enfrenta segunda crise no primeiro dia em funções
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O primeiro dia de trabalhos da Comissão Barroso está ensombrado pela segunda crise que a equipa executiva comunitária atravessa. Na passada semana, Durão Barroso foi apanhado de surpresa. No dia em que a sua renovada comissão era submetida ao voto de investidura do Parlamento Europeu, o presidente descobriu que Jacques Barrot tinha sido condenado por desvio de fundos.

Durão Barroso mantém a confiança no comissário francês, responsável pelos Transportes, mas pediu-lhe que vá ao Parlamento Europeu justificar-se. A bomba caiu na quinta-feira. “Em 2000, Jacques Barrot, foi sentenciado a oito meses de pena suspensa, por envolvimento num caso de desvio de fundos, e considerado inelegível durante dois anos”, acusou o eurodeputado britânico Nigel Farage, que, contudo, se esqueceu de dizer que Barrot foi imediatamente amnistiado pelo que a condenação não consta do seu cadastro. Algo que a porta-voz de Barroso fez questão de referir: “É preciso lembrar que o Senhor Barrot é comissário desde Abril e que desde então exerce as suas funções sem que o assunto tenha sido mencionado. Em segundo lugar, à luz do direito francês, quando uma condenação é amnistiada ela deixa de existir.” Apesar de tudo, os eurodeputados acusam Barrot de ter omitido essa informação. A pedido de Barroso, o comissário francês já terá, pois, escrito ao presidente do Parlamento afirmando-se disponível para se justificar perante a eurocâmara.
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