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União admite venda de armas à China

União admite venda de armas à China
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A Europa prevê levantar o embargo da venda de armas à China, admite Bernard Bot, ministro do Negócios Estrangeiros da Holanda, país que assume a presidência rotativa da União. A proibição foi decretada após o massacre da Praça de Tianamen, em 1989, e há muito que Pequim reclama o seu fim.

Mas a questão vai mais longe, explica Willem van der Geest. “Para a China, tornou-se um importante tema político. Não se trata apenas das armas, as suas capacidades técnicas e militares serão desenvolvidas de qualquer forma, em qualquer cenário, com qualquer fonte – e não apenas com os europeus, mas a nível global. O que é importante, para a China, é ser vista como membro de pleno direito da comunidade internacional”, remata o director do Instituto Europeu de Estudos Asiáticos, em Bruxelas. Bernard Bot advertiu, contudo, que o levantamento do embargo deverá ser acompanhado de certas condições, como o respeito pelos direitos humanos e a existência de um código de conduta sobre armas. O assunto deverá ser discutido na Cimeira UE-China, agendada para 8 de Dezembro.
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