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"Plano B" ou adesão em 2014 - tudo em aberto para a Turquia

"Plano B" ou adesão em 2014 - tudo em aberto para a Turquia
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Na Turquia, a opinião pública e a comunicação social começam a demonstrar alguma irritação quando se começa a falar de um “plano B” de “parceria privilegiada”, em vez da adesão do país à União. Alguns editorialistas turcos afirmam que, nesse caso, certamente a Turquia dirá “não”.

O governo, para já, diz muito pouco. Aguarda pacientemente a Cimeira deste mês. Quanto à questão do reconhecimento da República de Chipre, Josep Borrel, presidente do Parlamento Europeu, que hoje esteve em Ancara foi claro: “O simples processo da abertura de negociações entre os 25 Estados Membros e a Turquia implica, logicamente, o reconhecimento de Chipre. Não se trata de uma nova condição mas, mais cedo ou mais tarde, quando estiveram a negociar com os 25 países que formam a União Europeia vão ter de reconhecê-los todos.” O ministro dos Negócios Estrangeiros de Ancara, Abdulah Gul, reuniu-se com o seu homólogo holandês, que deixou no ar a esperança. Diz Karel De Gucht, a propósito da próxima Cimeira: “A mensagem de 17 de Dezembro penso que deve ser muito clara: que vamos começar a negociar tendo por objectivo final que a Turquia se torne membro da União Europeia. Se houve alguma confusão sobre isto penso que faremos um grande erro político.” Itália também apoia a adesão. O chefe da Diplomacia de Roma afirmou mesmo haver um “consenso de princípio” sobre a adesão do país “a 1 de Janeiro de 2014”. Mas Gianfranco Fini foi avisando: “As negociações podem ser interrompidas a qualquer momento se Ancara não respeitar os compromissos assumidos.” Até 17 de Dezembro, todas as possibilidades continuam, pois, em aberto.