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RSF relembram quatro meses de cativeiro de dois jornalistas franceses no Iraque

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RSF relembram quatro meses de cativeiro de dois jornalistas franceses no Iraque

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Quatro meses após o rapto dos dois jornalistas franceses no Iraque, os Repórteres Sem Fronteiras (RSF) tentam impedir que caiam no esquecimento. Esta segunda-feira, a organização relembrou Christian Chesnot e Georges Malbrunot com a distribuição de postais de Natal num espaço comercial de Paris.

Os dois jornalistas foram raptados a 20 de Agosto perto de Najaf, pelo “Exército Islâmico do Iraque”, que ainda não fez qualquer exigência. O motorista sírio, Mohammed al-Joundi, está em liberdade desde 11 de Novembro. Robert Menard, presidente da Repórteres Sem Fronteiras, afirma que estão preocupados com o prolongar do cativeiro dos jornalistas e não querem que sejam esquecidos. Além disso, “as pessoas procuram presentes, mas duas famílias não estarão completas neste Natal”. A organização diz que o governo francês não tem contactos directos com os raptores, minimizando assim as declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros. Michel Barnier disse, esta segunda-feira, estar convicto de que os jornalistas estão vivos e bem de saúde.