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Tailândia desmente enterro de vítimas ocidentais em valas comuns

Tailândia desmente enterro de vítimas ocidentais em valas comuns
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“Não há estrangeiros enterrados em valas comuns” é a resposta das autoridades tailandeses ao pedido de explicações de vários países ocidentais. Na Tailândia o número de mortos causados pelo Tsunami eleva-se hoje a 5.291 entre os quais se encontram 2.510 turistas. As equipas que enterram os corpos são formadas por soldados e voluntários que alinham os mortos em valas de um metro e meio de profundidade. Os cadáveres recebem um “chip” onde consta o máximo de informação que foi possível recolher.

Depois de coberto de terra uma etiqueta com um número é a única identificação possível do corpo. Este registo corresponde a informações guardadas no Templo da localidade onde os familiares das vítimas podem dirigir-se para identificar os turistas eventualmente ali enterrados.

O ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, Jack Straw, encontra-se esta sexta-feira de visita a Puket esclareceu o assunto com as autoridades tailandesas: “São valas comuns temporárias improvisadas por falta de instalações frigoríficas onde possam ser guardados os corpos” explicou.

Estes enterros colectivos começaram quatro dias depois da catástrofe para evitar a propagação de epidemias.
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