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Apesar de alguns incidentes os palestinianos votaram ordeiramente

Apesar de alguns incidentes os palestinianos votaram ordeiramente
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Os responsáveis pela campanha de Mahmud Abbas, o grande favorito da eleição presidencial palestiniana, denunciaram a existência de “erros graves” na comissão eleitoral que, acusam, impediram numerosos palestinianos de votar.

O eleitores palestinianos são um milhão e oitocentos mil mas apenas 70% estão inscritos nas listas. Os que não constam nos cadernos eleitorais foram autorizados a votar mediante a apresentação do bilhete de indentiddade de acordo com uma decisão aprovada pelo Conselho Legislativo palestiniano, mas que a Comissão Eleitoral nem sempre aplicou. Ao meio-dia a taxa de participação situava-se entre o 25 e os 30%, pouco expressiva quando se sabe que Mahmud Abbas espera a maior participação possível para conquistar a máxima representatividade. Em Jerusalém Oriental, anexada por Israel, os eleitores votam sob o olhar atento das forças da ordem. No Sul da Faixa de Gaza seguranças palestinanos acusam Israel de ter impedido a deslocação de eleitores às urnas. Apesar de todos estes obstáculos o escrutínio decorreu dentro da normalidade. A apoiar fortemente este processo eleitoral está a União Europeia. O alto representante para a Política Externa, Javier Solana, inciou hoje um périplo pelo Médio Oriente e deverá chegar Ramalah antes do fecho das urnas que foi retardado em duas horas.