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UE quer que Cuba "esqueça as dificuldades do passado"

UE quer que Cuba "esqueça as dificuldades do passado"
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Louis Michel apela a Cuba para que esqueça as “dificuldades do passado” e relance as relações com a União Europeia. O comissário para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária foi hoje recebido em Havana pelo ministro cubano dos Negócios Estrangeiros, Felipe Perez Roque.

Esta é a primeira visita de um responsável comunitário à ilha desde que, em Janeiro último, os Vinte e Cinco suspenderam as sanções anteriormente aplicadas a Havana. Em Julho, devem decidir se as reconduzem ou não. O diálogo bilateral foi interrompido na Primavera de 2003, quando o governo de Fidel Castro deteve 75 dissidentes, como Manuel Cuesta Morua, que saúda a posição da Europa: “Definitivamente, há um pleno apoio da União Europeia ao processo de democratização de Cuba. Não há qualquer dúvida sobre isso.” No entanto, o discurso do regime castrista sobre os dissidentes não mudou. Há poucos dias, assim falava o chefe da Diplomacia cubana: “Todo o mundo sabe que vivem sem trabalhar, do dinheiro dos Estados Unidos, de quem recebem ordens. São o que, no mundo inteiro, se chama ‘mercenários’.” Havana quer que a União Europeia se desmarque da resolução que os Estados Unidos apresentam anualmente na Comissão de Direitos Humanos da ONU, cuja sessão decorre até 22 de Abril, em Genebra. A Europa, por seu lado, quer que Cuba liberte os restantes 61 dissidentes ainda detidos.
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