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Constituição: recta final para o referendo francês ladeada de incertezas

Constituição: recta final para o referendo francês ladeada de incertezas
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A menos de quinze dias do referendo em França, a campanha eleitoral foi oficialmente lançada numa altura em que o “não” volta a subir nas sondagens. As últimas publicadas, uma do instituto CSA outra do IPSOS, dão conta de que o “não” à Constituição Europeia é novamente maioritário, com 51% das intenções de voto.

O Conselho Superior do Audiovisual atribuiu tempo de antena aos oito partidos políticos com mais de cinco deputados ou senadores ou que obtiveram mais de cinco por cento dos votos, nas eleições europeias do ano passado. Contudo, a entidade reguladora deixou a cada partido a repartição do tempo de antena entre as diferentes sensibilidades internas. Mas a pergunta que começa a impor-se é: se a 29 de Maio os franceses disserem “não” à Constituição Europeia, terá isso um efeito de bola de neve? É que apenas três dias depois – a 1 de Junho – é a vez de os holandeses irem a referendo. Neste país, também fundador da União Europeia, e habitualmente europeísta convicto, o “não” tem vindo a subir nas sondagens. Durante o fim-de-semana, 55% dos holandeses dizia “não” à Constituição Europeia. A impopularidade do euro, o abradamento da economia e a oposição à eventual entrada da Turquia na União Europeia são os principais argumentos apresentados.
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