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Grozny nega implicação em operação militar contra civis chechenos

Grozny nega implicação em operação militar contra civis chechenos
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O presidente checheno Alu Alkhanov afirmou que vai abrir uma investigação às circunstâncias da operação militar que, no início do mês, visou uma aldeia próxima da fronteira com o Daguestão.

Ontem, de visita aos cerca de mil habitantes que se escaparam para o outro lado da fronteira, em Kizlyar, Alkhanov tentou acalmar sem sucesso os temores dos refugiados, apelando-lhes a regressarem a casa e assegurando-lhes protecção. Os refugiados acusam, no entanto, os serviços secretos de terem levado a cabo a operação que sobressaltou a aldeia de Borozdinovskaia, no dia 4 de Junho, resultando em quatro mortos e 11 desaparecidos, que poderão ter sido feitos reféns. O episódio insere-se no rol de acções militares que têm visado civis chechenos,nos últimos seis anos de conflito, e cuja responsabilidade foi uma vez mais imputada por Grozny a milícias pró-russas. Para chefiar a comissão especial encarregue de investigar o sucedido, foi nomeado o vice primeiro-ministro checheno Ramzan Kadirov, ele mesmo fundador e promotor de várias milícias armadas.
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