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George Bush recusa retirar do Iraque

George Bush recusa retirar do Iraque
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Perante uma Nação cada vez mais avessa à intervenção no Iraque, George W. Bush pediu ontem o apoio dos americanos a uma guerra que diz ser vital para a segurança do país.

Num discurso proferido em Fort Bragg, o presidente dos Estados Unidos defendeu a necessidade de permanecer no Iraque, garantindo que os resultados virão a seu tempo. “O trabalho a fazer no Iraque é difícil e perigoso. Tal como a maioria dos americanos, eu vejo as imagens de violência e sangue. Perante tanta violência eu sei que os americanos se questionam ‘será que vale o sacríficio?’. Vale a pena sim e é vital para a segurança futura do nosso país”. A comunicação de George W. Bush surge numa altura em que o apoio dos americanos ao presidente se encontra no nível mais baixo deste mandato devido à situação iraquiana. Segundo um estudo da Gallup, 60 por cento dos americanos já defende a retirada das tropas norte-americanas do Iraque. Muito devido aos cerca de 500 ataques semanais que se registam no país e sobretudo aos mais de 1700 militares americanos mortos. Para contrariar a tendência, Bush voltou a relacionar os insurrectos iraquianos com os terroristas do 11 de Setembro e agitou mais uma vez o fantasma de Ossama Bin Laden. Antes do seu discurso, George W. Bush encontrou-se com as famílias de 33 soldados mortos no Iraque e no Afeganistão.
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