Última hora

Última hora

Furacão destrói plataforma da BP

Em leitura:

Furacão destrói plataforma da BP

Furacão destrói plataforma da BP
Tamanho do texto Aa Aa

A BP foi uma das vítimas do furacão Dennis, que assolou o Golfo do México. Uma plataforma de alto mar da petrolífera britânica foi destruída.

Entretanto, outra catástrofe natural, desta vez a tempestade tropical Emily, está a pôr em perigo a produção petrolífera nas Caraíbas, o que fez o preço do barril subir, esta quarta-feira. A subida na procura mundial está a preocupar os analistas. Segundo as previsões da Agência Internacional da Energia (AIE), no próximo ano este indicador deve ultrapassar os 85,5 milhões de barris por dia, depois de quase 84 milhões, este ano. O valor tem vindo a subir, constantemente, desde 2003. O presidente da BP, John Browne, avança uma previsão: “A procura vai continuar a subir. Obviamente, vai haver picos à medida que passamos por ciclos, que terão a duração de dez anos. A produção está a ser desenvolvida e isso vai ter efeitos. Mas há um grande desfasamento entre a decisão de aumentar as capacidades de produção e o que se está a passar, neste momento”. Apesar da situação, estes valores da procura, agora apresentados pela AIE, foram revistos em baixa. A China, com uma economia de crescimento mais rápido no Mundo, está a comandar esta sede global de ouro negro mas, segundo os novos valores, a procura, aqui, deve subir menos que o esperado. Dos 200 mil barris por dia que a Agência retirou à antiga previsão, metade, ou seja, 100 mil, pertence à China. Nos mercados, esta quarta-feiraa, o crude norte-americano chegou a ultrapassar os 61 dólares por barril. O Brent do Mar do Norte, cotado em Londres, ronda os 59.