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Fim do processo do túnel do Monte Branco seis anos depois da tragédia

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Fim do processo do túnel do Monte Branco seis anos depois da tragédia

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Seis anos depois do incêndio no túnel do Monte Branco, entre a França e a Itália, a justiça gaulesa apresentou os veredictos às várias pessoas com responsabilidade na tragédia. O acidente matou 39 pessoas.

Gérard Roncoli, chefe da segurança no lado francês do túnel, foi condenado a trinta meses de prisão, dos quais 24 em liberdade condicional e seis em prisão efectiva. Também terá de pagar 12 mil euros de multa. O presidente da câmara de Chamonix, Michel Charlet, terá de pagar 1500 euros e foi condenado a seis meses de prisão não efectiva. O condutor do camião que se incendiou e que fugiu do local, Gilbert Dagrave, foi condenado a quatro meses de prisão, mas foi amnistiado. Os réus foram acusados de homicídio involuntário. As sociedades francesa e italiana que exploram o túnel foram condenadas ao pagamento de um total de 300 mil euros em multas. O construtor automóvel Volvo, fabricante do camião que causou o acidente, foi ilibado de todas as acusações, já que nenhuma peritagem foi capaz de provar que o houve uma falha no motor do veículo.