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Evacuação forçada dos resistentes de Nova Orleães por risco de epidemias

Evacuação forçada dos resistentes de Nova Orleães por risco de epidemias
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A água que inunda as ruas de Nova Orleães está cheia de toxinas e bactérias como a “Escherichia coli”, de gás que tem causado explosões, de cadáveres, mas cerca de 10 mil pessoas teimam em ignorar as ordens de evacuação.

Até aqui, os socorristas, polícias, militares e voluntários, verificavam, apenas, que os resistentes se encontravam bem. A partir de agora, vão começar a obrigar as pessoas a saírem à força. Como diz um voluntário do Departamento dos Recursos Naturais da Carolina do Sul, muitas pessoas não querem sair. Tinham cães e querem continuar em casa. Querem continuar até a água baixar. Quando se lhes oferece ajuda para sair, declinam qualquer apoio. Apesar do nível de água estar a baixar, cobre ainda 60 por cento de Nova Orleães. Mas já se vêem fachadas onde antes se viam apenas telhados. Os corpos começam a ser recolhidos a mantêm-se as negras previsões que apontam para a morte de 10 mil pessoas. Um operário da construção civil conta que está a trabalhar desde a terça-feira, de há semana e meia, um dia depois da tempestade, e poucos progressos fizeram. Há muito caminho a percorrer. Só para a drenagem das águas do Lago Pontchartrain, que rebentaram um dique, são precisos mais 15 dias.
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