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Noruega dividida na hora de ir às urnas

Noruega dividida na hora de ir às urnas
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Tudo corre pelo melhor para a economia norueguesa, no dia em que nas urnas se decide, antes de mais, o destino a dar aos milhões de euros de receitas do comércio de petróleo.

Nos antípodas da crise económica que afecta a Europa, o terceiro maior produtor de petróleo do mundo conta com uma inflação de apenas 1% e de uma das mais baixas taxas de desemprego de toda a União, inferior a 4%. Um crescimento económico que esconde no entanto um aumento do número de pessoas que vivem abaixo do limiar de pobreza. Cerca de 5,2% da população. Uma situação de desequilíbrio que para os trabalhistas de Jens Stoltenberg justifica o reforço do investimento na educação e no emprego como prioridades do próximo governo. Depois de quatro anos no poder, o chamado bloco burguês de Kjell Magne Bondevik interroga-se sobre os porquês de uma mudança numa política económica de sucesso. Para o centro-direita a descida da carga fiscal deverá ser antes de mais a forma de fazer com que as classes média e alta beneficiem do desempenho do país. Resta saber qual afinal a melhor forma de manter a Noruega no topo do indíce de desenvolvimento humano da ONU.