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Hamas não paga salários aos funcionários públicos desde que chegou ao poder

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Hamas não paga salários aos funcionários públicos desde que chegou ao poder

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Centenas de funcionários públicos palestinianos tomaram de assalto o Parlamento palestiniano em Ramallah, na Cisjordânia, para exigir o pagamento dos salários em atraso. Entoando em uníssono “temos fome, temos fome”, os manifestantes irromperam na sala de reuniões do Conselho Legislativo, dominado pelo movimento islamita Hamas, obrigando o presidente Aziz Doweik a interromper a sessão parlamentar.

O governo do Hamas não paga salários desde que derrotou o Fatah, nas eleições de Março, devido, em parte, às sanções internacionais. O Hamas foi alvo de intensas pressões para que renuncie à violência e reconheça o direito à existência de Israel, o que o movimento islâmico recusou. Por isso, os Estados Unidos e a União Europeia suspenderam a ajuda financeira. No início de Maio, o Quarteto para o Médio Oriente (Estados Unidos, União Europeia, ONU e Rússia) aceitou constituir um fundo para pagar os salários em atraso dos funcionários palestinianos. Mas este mecanismo ainda não está emfuncionamento. Entre os países que têm continuado a enviar ajudas ao governo palestiniano estão a Rússia, a Arábia Saudita e o Irão.