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Israel recusa cessar-fogo e prossegue ofensiva

Israel recusa cessar-fogo e prossegue ofensiva
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Israel lançou novos raides aéreos na Faixa de Gaza, depois de ter recusado um cessar-fogo proposto pelo primeiro-ministro palestiniano, Ismail Haniyeh. O governo israelita ameaça expandir a ofensiva militar se os militantes palestinianos não libertarem o soldado Guilad Shalit, sequestrado a 25 de Junho. O chefe do governo palestiniano apelou ontem ao fim dos combates no território. Ismail Haniyeh afirmou que era uma iniciativa destinada a “proteger o povo palestiniano”, que previa “o regresso à calma com a retirada das forças israelitas de toda a Faixa de Gaza e o fim de todas as formas de agressão israelita”. Hanieyh frisou ainda “a necessidade de parar com a campanha de detenções, assassinatos e incursões no território.”

Israel considera que são os palestinianos que têm a resposta para o fim dos conflitos. O porta-voz do Ministério dos Negócios Extrangeiros israelita, Mark Regev, diz que “o Hamas é responsável pela escalada (de violência) e sabe como pôr-lhe um fim”. Afirma que “se libertarem o soldado imediata e incondicionalmente e deixaram de lançar rockets contra cidades israelitas, haverá um cessar-fogo”.

O balanço de mortos em resultado dos confrontos na Faixa de Gaza, que se intensificaram nos últimos dias, continua a aumentar. Ontem o exército israelita matou sete palestinianos, incluindo uma menina de seis anos. Desde o início da ofensiva, cerca de 50 palestinianos e um militar israelita perderam a vida.