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Sirenes não param de soar em Haifa

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Sirenes não param de soar em Haifa

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As sirenes de alarme ecoam pelas ruas, agora quase desertas de Haifa, a terceira maior cidade de Israel. Apesar do Tsahaal afirmar que já destruiu mais de metade da capacidade militar do Hezbollah, os avisos e os ataques não param a Sul da fronteira libanesa.

A população israelita está alerta. A polícia acredita que “os ataques vão intensificar-se quando as pessoas se começarem a sentir mais seguras”. É como a calma antes da tempestade, por isso um polícia considera ser importante “acabar o mais depressa possível com as células terroristas no interior do Líbano” para que “a paz regresse”.

Os habitantes de Haifa já habituados a passar a maior parte de dia ao som das sirenes procuram não se afastar muito dos abrigos. A maioria da população passa este Sabbath entre casa e o abrigo mais próximo.

Os israelitas começam a perceber que o conflito “nunca irá ter fim se a próxima geração continuar cheia de ódio e sede por sangue”. Isto apesar de muitos continuarem optimistas, com a secreta esperança que a paz chegará um dia. Um apaziguamento apenas possível quando terminar o actual diálogo de surdos.