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ropas libanesas iniciam trabalho no Sul do país à espera da nova FINUL

ropas libanesas iniciam trabalho no Sul do país à espera da nova FINUL
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Início do trabalho para os primeiros soldados libaneses no Sul do Líbano, após uma ausência de 40 anos. A primeira tarefa é desminar e desarmadilhar, pois em quatro dias de trégua as bombas de fragmentação abandonadas no conflito já fizeram pelo menos 18 mortos. Nesta primeira fase, exército libanês mobilizou seis mil homens, acolhidos com alegria pelos habitantes de uma zona cristã onde o Hezbollah tem pouco apoio.

Foi em Marjayoun, aldeia ocupada até há alguns dias pelas tropas israelitas, que teve lugar uma breve cerimónia de passagem de controlo. Israel já entregou metade das suas posições à FINUL e é a força da ONU que transfere o poder a Beirute. Tal como prevê a resolução 1701, o Líbano deverá enviar 15 mil soldados para a zona entre a fronteira com Israel e o rio Litani. A área é controlada há seis anos pelo Hezbollah e o movimento xiita, agora extremamente discreto, recusa sair e, sobretudo, desarmar.

A entrega das armas é questão sensível e não é certo que aconteça mesmo se está prevista na resolução da ONU. Beirute evitar falar do assunto, mas o general francês Alain Pellegrini, comandante da FINUL, diz que esse é um problema do Líbano e não das tropas internacionais.

As Nações Unidas desejam reforçar nas próximas duas semanas a sua força no terreno, mas as contribuições estão de certa forma bloqueadas visto não existir um mandato claro.