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Alcoa quer ser campeã da produção de alumínio

Alcoa quer ser campeã da produção de alumínio
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No sector do alumínio, prevê-se uma batalha. A norte-aemricana Alcoa, número um mundial em termos de facturação, lançou uma oferta não-solicitada para a compra da canadiana Alcan. A oferta, de 33 mil milhões de dólares, o equivalente a 24 mil milhões de euros, surge depois de terem fracassado as conversações entre as duas partes, com vista a um acordo amigável.

Com esta proposta em dinheiro e acções, a Alcoa tenta ser número um mundial também no que toca à capacidade de produção, lugar que pertence agora à russa Rusal, que produz quatro milhões de toneladas por ano. A Alcoa e a Alcan disputam o segundo lugar, com produções, respectivamente, de 3,6 e 3,5 milhões de toneladas anuais. A norueguesa Norsk Hydro é quarta nesta lista.

A Rusal chegou a este nível depois da fusão tripartida com a compatriota Sual e com a suíça Glencore. O preço proposto aos accionistas da Alcan representa um prémio de 73 dólares por acção, relativamente à última cotação. Os 33 mil milhões de dólares incluem já a dívida da empresa canadiana.

O presidente da Alcoa, Alain Belda, lamenta que os administradores da Alcan não tenham aceite a proposta de solução amigável, o que os norte-americanos teriam preferido. A oferta oficial vai ser lançada esta terça-feira.