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Nem tudo são rosas para Ségolène Royal.

Nem tudo são rosas para Ségolène Royal.
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Após ter sido derrotada nas presidenciais por 47% dos votos, a ex-candidata Ségolène Royal volta a tentar reunir em torno dela o partido socialista para as legislativas de Junho. A cúpula da formação reuniu-se ontem, para reflectir estratégias, para apresentar ao conselho nacional de Sábado.

Objectivo, segundo Ségolène, f“azer tudo o possível para que o partido permaneça unido para o desafio que se aproxima. A unidade é o nosso talismã”, afirmou.

O novo projecto, debatido ontem, deverá ter como homens do leme, os quase dissidentes à esquerda e ao centro, Laurent Fabius e Dominique Strauss Khan, que voltou a criticar a forma como, “o partido não foi capaz de se renovar nos últimos 5 anos, sublinhando os progressos feitos nos últimos 6 meses com Ségolène”.

A ex-candidata parece preparar-se para encadear as presidenciais com a campanha para as legislativas, à cabeça do PS, falta saber se irá ocupar o lugar do marido e secretário-geral François Hollande. Ao centro, aproxima-se a hora do nascimento de um advrsário dos socialistas, o movimento democrata do centrista François Bayrou, que deverá ser apresentado na quinta-feira.