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Beirute recebe apoio internacional mas não quer suspender operação militar

Beirute recebe apoio internacional mas não quer suspender operação militar
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A diplomacia internacional reage aos acontecimentos no norte do Líbano com um apoio incondicional à operação do exército, e um apelo à calma no país. O responsável da diplomacia europeia, Javier Solana, encontrou-se na capital libanesa com o presidente do Parlamento e o Primeiro-Ministro para analisar a situação.

Solana apelou a uma resolução rápida dos confrontos para que, “a União Europeia possa ajudar o país a ultrapassar a crise económica e política que atravessa”. O primeiro-ministro Fouad Siniora conseguiu obter esta manhã o apoio das principais facções palestinianas à luta contra o Fatah Al-Islam, recusando-se, no entanto, a suspender a operação militar até deter os militantes.

O bombardeamento pelo exército do campo de Nahr Al-Bared originou protestos noutros campos de refugiados ao longo do Líbano, que albergam também grupos islamistas radicais. Dois atentados na noite de segunda e de terça, respectivamente num Bairro cristão e muçulmano de Beirute, que não foram reivindicados, voltaram entretanto a despertar o temor do regresso da guerra civil ao país.

Beirute não hesita em apontar culpas à Síria, num momento em que o Conselho de Segurança da ONU discute a criação de um tribunal internacional para julgar os assassinos do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri.