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Moscovo alerta para perigo de corrida ao armamento na Europa

Moscovo alerta para perigo de corrida ao armamento na Europa
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A Rússia testou um míssil balístico intercontinental capaz de atingir uma distância de seis mil quilómetros.
Trata-se de um engenho antigo, agora melhorado, cujo lançamento surge como uma mensagem, numa altura de tensão entre Moscovo e Washington por causa do projecto de instalação de um escudo norte-americano anti-míssil na Europa.
Em conferência de imprensa, no mesmo dia que o primeiro-ministro português se encontra de visita oficial a Moscovo, Vladimir Putin assinalou a sua preocupação a José Sócrates por causa das relações com alguns países queixando-se que alguns recusam mesmo assinar o Tratado de Não Proliferação de Armas na Europa. Putin repetiu o seu desacordo sobre a ideia de Washington projectar a instalação do Escudo nuclear na republica Checa e na Polónia.
Moscovo considera insuficientes as explicações norte-americanas de que os sistemas são necessários para defender os Estados Unidos dos mísseis balísticos iranianos e norte-coreanos.
Segundo certas peritos militares nem Teerão, nem Pyongyang possuem armas balísticas com um
alcance entre os 5.000 e os 8.000 quilómetros, capazes de chegar à Europa.
Em causa está a instalação de uma dezena de rampas do NMD na Polónia e de um sofisticado radar na República Checa.