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Créditos imobiliários de risco afundam bolsas

Créditos imobiliários de risco afundam bolsas
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Os mercados financeiros europeus começaram a operar em forte baixa, reflectindo o impacto global da crise no mercado imobiliário de crédito nos Estados Unidos. Horas antes, as bolsas asiáticas tinham encerrado também em queda acentuada. O indíce Nikkei, em Tóquio desceu ao mais baixo dos últimos cinco meses. A Ásia esperava uma ligeira queda por efeito do que se passava nos Estados Unidos e na Europa, mas a amplitude da queda surpreendeu muita gente. Este porta-voz do governo japonês diz que o Banco do Japão decidiu injectar um trilião de ienes após a consulta aos mercados e que espera que os bancos centrais de todo o mundo actuem de forma concertada para tranquilizar os investidores. A crise dos créditos imobiliários de risco esteve primeiro circunscrita ao mercado americano e estendeu-se, nos últimos dias, aos outros continentes, quando os bancos australiano Macquaries, o britânico HSBC e o alemão IKB se manifestaram seriamente atingidos.

Mas a derrocada aconteceu esta quinta-feira, quando o banco francês BNP Paribas anunciou que congelava os três fundos que detinha compostos de títulos sobre valores imobiliários. Muitos dos fundos expostos às dificuldades do crédito imobiliário estão a tentar cobrir as perdas no mercado das matérias primas. Resultado: o petróleo está em baixa.