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Presidência portuguesa termina cimeira com nota muito positiva

Presidência portuguesa termina cimeira com nota muito positiva
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Um sucesso diplomático para Portugal. Esta é a conclusão geral da cimeira informal dos chefes de Estado e de governo da União Europeia. Uma cimeira que teve como ponto alto a aprovação do Tratado Reformador, que deverá pôr fim à maior crise político-institucional da cinquentenária Europa comunitária.

Na conferência de imprensa final, José Sócrates disse esperar que este tratado dure muitos anos.
“Tenho esperanças que este modelo institucional perdure e que o nome Tratado de Lisboa perdure também.”

A presidência portuguesa fixou o dia 13 de Dezembro, data do início do próximo conselho informal, para a assinatura do texto no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

Por esta altura será também criado um “grupo de sábios” que deverá reflectir sobre o futuro da União Europeia.

As atenções estão agora viradas para a ratificação do Tratado de Lisboa pelos Vinte e Sete, com vista à entrada em vigor do texto antes das eleições de Junho de 2009.

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, confirmou que a ratificação vai ser feita na Câmara dos Comuns e não através de um referendo. A Irlanda é o único Estado membro que, devido a obrigações constitucionais, vai referendar o texto.

O presidente polaco, Lech Kaczynski, afirmou antes de regressar a Varsóvia, que não deverá haver nenhuma nova reforma institucional nos próximos 10 anos.