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Maquinistas alemães em pé de guerra

Maquinistas alemães em pé de guerra
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Os maquinistas alemães voltaram à greve esta quarta-feira nos comboios de mercadorias e de passageiros. Um protesto para reclamar um contrato colectivo próprio e aumentos salariais de 10 por cento e um prémio de dois mil euros. O conflito opõe há quatro meses os maquinistas à administração dos caminhos-de-ferro, desta vez a paralisação é por tempo indeterminado:“Para os próximos quatro dias temos material para trabalhar mas depois não sabemos se podemos continuar, isso vai prejudicar-nos economicamente ainda não é possível calcular os prejuizos.” inquieta-se um empresário.

A greve foi decretada pelo GDL, o sindicato do sector que representa 12 mil trabalhadores. A admnistração da empresa alega que não pode celebrar um contrato colectivo separado com os maquinistas, porque isso levaria os restantes dois sindicatos da empresa a denunciarem o acordo celebrado este ano, que contempla aumentos salariais de 4,5 por cento e um prémio único de 600 euros. As paralisações de trabalho decretadas pelo GDL nas últimas semanas contaram com elevada adesão. A administração resiste.

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