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Rasmussen vence desafio das eleições antecipadas

Rasmussen vence desafio das eleições antecipadas
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Statu quo na Dinamarca com a vitória da coligação governamental do primeiro-ministro cessante Anders Fogh Rasmussen, que ganhou o desafio das eleições antecipadas, nas legislativas de terça-feira.

Perante a exaltação e o furor dos seus militantes, Rasmussen sublinhou o feito inédito do seu partido. “É uma vitória histórica. Pela primeira vez o Partido Liberal ganha três eleições consecutivas e permanece pela terceira vez o maior partido do país. É histórica para a Dinamarca e para o partido.”

No entanto, a coligação cessante composta por liberais e conservadores perde peso no parlamento. Se até aqui contava com 94 dos 179 assentos do Folketing, o parlamento dinamarquês, agora deverá contar só com 89.

Para tal, terá que juntar à coligação o Partido do Povo, de extrema-direita. Mesmo assim, 89 assentos não dão ao governo uma maioria parlamentar. Rasmussen deverá ainda poder contar com um mandato das Ilhas Faroe para ter os 90 assentos necessários para obter a maioria no Folketing.

A grande derrotada destas eleições foi a líder social-democrata Helle Thorning Schmidt. O seu partido conseguiu apenas menos um voto do que os liberais do primeiro-ministro, mas uma aliança com todos os partidos de esquerda não lhe daria a maioria necessária para governar.

Os líderes dos principais partidos reuniram-se logo a seguir à divulgação dos resultados eleitorais. Se não puder beneficiar do mandato das Ilhas Faroe, Rasmussen terá que negociar com o novo partido de centro-direita Nova Aliança, liderado pelo dinamarquês de origem síria Naser Khader.

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