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Produrador chadiano pede condenação para Arca de Zoé

 Produrador chadiano pede condenação para Arca de Zoé
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Sete a 11 anos de trabalhos forçados é quanto pede o procurador-geral do Tribunal Criminal de N’Djamena para os seis acusados franceses do processo da Arca de Zoé, que tentaram levar para França 103 crianças, alegando tratar-se de órfãos do Darfur. O procurador pede que os cidadãos franceses sejam considerados culpados de tentativa de sequestro de crianças, de falsificação e utilização de documentos falsos e de roubo.

Para os dois responsáveis chadianos da cidade de Tiné, o ministério público pede a absolvição e deixa ao júri a capacidade de fixar a pena de um terceiro cidadão chadiano e um sudanês pedindo que lhe sejam consideradas circunstâncias atenuantes.

O julgamento começou na sexta-feira passada; o veredicto é esperado nas próximas horas. Em função dos acordos judiciais existentes entre o Chade e a França, espera-se que os cidadãos franceses cumpram a pena no seu país.

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