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Libertação reaviva esperança sobre futuro de outros prisioneiros das FARC

 Libertação reaviva esperança sobre futuro de outros prisioneiros das FARC
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A libertação das 2 reféns colombianas nas mãos das FARC representa uma esperança para as mais de 700 pessoas em cativeiro na selva colombiana e uma importante vitória política para o presidente da Venezuela, Hugo Chavez.

Em Caracas o chefe de Estado da Venezuela recebeu pessoalmente Clara Rojas, ex-candidata à vice-presidência da Colômbia, e a antiga congressista Consuelo Gonzalez, raptadas em 2002 e 2001, respectivamente.

A insistência de mediação de Chavez deu frutos depois da ruptura de relações com o seu homólogo colombiano Álvaro Uribe e de uma primeira tentativa de recuperação das reféns em vésperas do ano novo.

Rojas e Gonzalez foram entregues pela guerrilha das FARC perto de San José de Guaviare, na selva colombiana. Já a bordo de helicópteros da Cruz Vermelha, as ex-reféns foram transportadas para Caracas com uma escala em Santo Domingo.

Durante anos os prisioneiros das FARC permaneceram esquecidos. Nos últimos meses, a os sete anos de cativeiro da candidata presidencial franco-colombiana Ingrid Betancourt fez renascer o interesse internacional, em particular da França, sobre a sorte de centenas de pessoas em cativeiro.

A mediação de Chavez revelou-se decisiva. Aquele que se opõe sem reservas à política norte-americana de George W. Bush melhorou a sua imagem internacional e provou ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, que existe solução para longo drama dos reféns das FARC.

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