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Europa quer mais lóbis transparentes

Europa quer mais lóbis transparentes
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Garantir que a Europa é transparente na tomada de decisões. Este é o desejo dos eurodeputados, que pedem a criação de um registo centralizado de todos os lobistas que gravitam em torno das instituições europeias.

O relatório do Parlamento Europeu, aprovado esta quinta-feira, por uma esmagadora maioria, prevê que o registo seja obrigatório e que sejam declaradas as fontes de financiamento, como defende o relator, o eurodeputado verde Claude Turmes: “Há forças obscuras que querem uma coisa fundamental: querem evitar a transparência financeira. Mas sem transparência financeira nunca saberemos quem está por detrás das coisas que se passam.”

No mesmo dia, a Comissão Europeia anunciou a criação do seu próprio registo de lobistas, um registo voluntário – mas importante, defende o comissário Siim Kallas: “Penso que tanto o relatório do Parlamento Europeu como o nosso registo são um grande passo para ma maior transparência na tomada de decisão das instituições europeias.”

Actualmente, estima-se que cerca de 15 mil pessoas, pertencentes a 2500 grupos de pressão actuam em Bruxelas. Sindicatos, organizações patronais, ONG e outros organismos tentam assim aconselhar e influenciar as decisões europeias.

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