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Pequim admite existência de "sérios problemas" de segurança nas barragens

 Pequim admite existência de "sérios problemas" de segurança nas barragens
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Pequim admite a existência de “sérios problemas” de segurança nas barragens da região atingida pelo tremor de terra. Segundo a televisão estatal chinesa, há 400 reservatórios de água que apresentam riscos. O governo chinês enviou tropas para reparar as rachas que o sismo provocou na barragem de Zipingpu, na região de Sichuan, a vinte quilómetros do epicentro do sismo.

O vice-ministro dos recursos hídricos, em visita em Zipingpu, reconheceu que a barragem tinha rachas mas garantiu à população que a estrutura era segura.

Entretanto, todas as atenções se concentram na ajuda às vítimas do sismo. Há cem mil soldados envolvidos nas operações de socorro.

O último balanço oficial provisório dá conta de pelo menos 15 mil mortos e 40 mil desaparecidos, a maioria na região de Suichuan

Muitos sobreviventes continuam soterrados. A única forma de chegar a certas zonas mais inacessíveis é o envio para-quedistas. Pequim aceitou pela primeira vez a ajuda de especialistas estrangeiros do Japão.

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